quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Códigos QR - Uma reflexão!


 Código QR deste blogue
 
Nesta actividade de m-learning falamos de códigos QR, gostei que este tema tivesse sido trazido para a actividade, apesar de estar familiarizado com algumas das características desta forma mais avançada do velhinho código de barras. Por força da minha actividade de formação na área da segurança da internet, os códigos QR fazem normalmente parte do esquema das apresentações. Ainda assim indo à plataforma m-moodle, foi possível através da leitura dos post dos colegas e da professora ficar a saber um pouco mais sobre os códigos QR e da sua importância na vertente ensino.
Na presente actividade falhei algumas das tarefas, porque não tive de todo tempo para as concluir, no entanto, posso perfeitamente fazer uma reflexão sobre os códigos QR, baseando-me em conhecimentos anteriormente adquiridos, os Códigos QR, tem visto uma grande amplitude de utilizações no que concerne à aplicação no ensino, por exemplo nos EUA a General Dynamics LandWarNet School sedeada em Fort Gordon está a utilizar os códigos QR para ajudar a treinar soldados na sua aprendizagem sobre especialidades militares como, os sistemas de comunicações por satélite e sistemas de transmissão de múltiplos canais. Os soldados usam um telemóvel Motorola Zoom Android para digitalizar os códigos QR, tendo dessa forma acesso a manuais e materiais aprendizagem.
No caso da educação mais tradicional, não apenas m-learning, os códigos QR, tem potencialidades extraordinárias que podemos explorar em contextos de ensino, o que os torna uma extraordinária ferramenta, que estou em crer muito contribuirá para a descoberta de novas possibilidades de transmitir conhecimentos. Consultem este endereço, http://www.eatsleepteach.com/2010/06/handheld-learning-beyond-the-classroom/,  que pode ser um bom ponto de partida para descobrir este novo mundo de potencialidades que os códigos QR trazem.

Francisco

A questão da segurança nos códigos QR

video 
Um pequeno vídeo para despertar as consciências!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Reflexão sobre o m-Learning


Fonte da imagem: http://mlemoodle.ensinoinf.net/blocks/mle/browser.php?xml=courses,c9-6,s3-6-5,r0-111

O quadro apresentado traduz de forma gráfica o faseamento do m-learning, onde o foco de atenção se centra nas três componentes do método m-learning, a saber; o dispositivo, a aprendizagem e a mobilidade. Os actuais dispositivos que podemos encontrar no mercado são na sua maioria micro computadores, muito poderosos, com capacidades impressionantes para equipamentos tão pequenos, com aplicações cada vez mais sofisticadas e que permitem resultados extraordinários. São uma componente essencial para uma actividade bem sucedida de m-learning daí acreditarmos que a crescente avalancha tecnológico ainda trará mais surpresas.
Uma das características de actividades com modelos de ensino online, assenta na aprendizagem fora do contexto físico da sala de aulas, daí ser natural que o m-learning também enfileire por essa álea, procurando contextualizar os ebooks, os podcasts e demais aplicações que permitem a aprendizagem e a transmissão do conhecimento seja qual for a localizo do estudante, naquilo que podemos classificar de uma autêntica revolução na arte de ensinar.
O último dos focos de atenção, presentes no gráfico, tem como grande atracção a mobilidade. Num mundo que cada vez se desloca a uma maior velocidade, a mobilidade e a conectividade, revolucionam também os métodos de ensino, estimulados por propostas novas como o m-learning, que aproveita essa mobilidade, especialmente atractiva para faixas etárias mais novas, bem como para alguns profissionais.
Em suma a imagem sob a forma de gráfico que traduz a realidade do m-learning, levanta questões interessantes sobre esta proposta de modelo de ensino, utilizando contextos variados que podem ir dos jogos online à realidade aumentada, passando por uma miríade de aplicações que fazem do m-learning um modelo muito atractivo para desenvolver aprendizagens.
A utilização dos podcasts é um bom complemento à utilização dos dispositivos móveis, não serão de todo inovadores, quem não se recorda dos cursos de inglês, distribuídos em suporte cassete, a velhinha cassete de áudio, no entanto o podcast permite uma abordagem diferente que dá um cunho mais pessoal à redistribuição do conhecimento. As fases do m-learning, apesar de diferentes, são na minha perspectiva complementares umas das outras, sem os dispositivos não existe m-learning e sem competências técnicas não se conseguem optimizar os recursos disponíveis nem os dispositivos o que inviabiliza o m-learning, assim entendo as fases como ramos de um mesmo tronco comum, que se entrelaçam.
Francisco Pereira

Reflexão actividade m-Learning


Nesta actividade da unidade aprendizagem de Ambientes Virtuais, exploramos mais potencialidades dos dispositivos móveis, e a sua aplicabilidade num contexto educativo, nomeadamente a vertente dos podcast e do vídeo. A ferramenta Blaving, é uma óptima ferramenta para de forma colaborativa elaborar e partilhar conteúdos.
Esta actividade parece-me enriquecedora pelo facto de nos abrir novas perspectivas de comunicação e a sua mais valia é sem dúvida o fácil transporte dos dispositivos usados, que nos permite em locais incomuns poder desempenhar as tarefas que temos para fazer, o que num contexto educativo nos leva a novas etapas sobre o acto de educar. Os seus pontos fortes são claramente a mobilidade, a portabilidade e a capacidade de nos colocarem num patamar de conectividade único, o que torna a sua utilização mais facilitada. Creio que é um método a utilizar com ponderação, e que se bem estruturado pode ser uma excelente mais-valia que complementa favoravelmente métodos educativos mais tradicionais, devendo a sua utilização ser aconselhada e mais difundida.
Não existe bela sem senão, adágio que neste caso bem se aplica aos dispositivos móveis, este tipo de equipamentos enfrenta vários problemas de ordem técnica e outros que bem podem obstar a que a sua utilização num contexto mais profissional seja dificultado. Desde logo uma questão financeira, objectivamente falando, são caros, o dispêndio de duas, três ou mais centenas de Euros num gadget tecnológico não está ao alcance de todos, logo, qualquer iniciativa que promova a utilização deste tipo de dispositivos, tem de levar essa questão em consideração.
Outro dos problemas é a conectividade, dado que as redes das operadoras e dos ISP, em Portugal ainda apresentam problemas de cobertura, facto que não se coloca nos grandes centros urbanos mas é uma realidade no interior, cada vez menor claro está dado que as operadoras tem feito algum esforço nesse sentido, no entanto essa é ainda uma realidade a também ter em linha de conta.
Por último, as questões da segurança, tal como todos os outros equipamentos informáticos, também os dispositivos móveis, sofrem a violência da pirataria, neste caso com particular incidência do malware para dispositivos móveis, smartphones, tablets e por aí adiante, não deveremos descurar esta vertente, e a utilização parcimoniosa e consciente deste tipo de equipamentos deverá ser equacionada e ensinada, num contexto educativo em que se pretendem utilizar os dispositivos móveis, não esquecer que vivemos num tempo onde podemos infectar um computador através da bateria ou infectar um sistema através de uma impressora multifunção.
Em suma, apesar de alguns pontos críticos que convém ter em conta ao desenhar uma actividade educativa utilizando este tipo de equipamentos, é de crer que a sua utilização seja uma excelente mais-valia para levar mais longe o processo de educar, exista para tal vontade de quem de direito para colocar em prática um método que me parece excelente.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Os sistemas móveis e a Segurança!

Fonte da imagem: http://www.thedigitalbus.com/holiday-sales-of-mobile-devices-will-be-huge/

Tal como na contraparte informática, mais tradicional, digamos assim, também nos sistemas móveis a questão da privacidade e segurança está um pouco esquecida, esquecida desde logo pelos utilizadores que deslumbrados pelas maravilhas tecnológicas esquecem as implicações em termos de segurança, que as suas acções podem espoletar, esquecidas por fabricantes e empresas de software, mais preocupadas em garantir quotas de mercado dando aos consumidores aquilo que estes pretendem, mais depressa, com mais qualidade e mais bonito.
Neste segmento sabe-se por vários estudos que entre 50% a 90% dos apps utilizados não utilizam qualquer sistema de encriptação nem de comunicação segura, apesar de ser simples ter conexões relativamente seguras através de protocolos SSL, parece não ser uma preocupação, pelo menos parecia dado que empresas como a Symantec e a F-Secure, apresentaram recentemente suites de segurança para aplicativos móveis.
Os fabricantes, já alertados para o crescente crescimento dos vírus que afectam os sistemas móveis, apesar de um começo tímido, desenvolvem actualmente denodados esforços para garantir actualizações de segurança, ferramentas de protecção e software actualizado para os dispositivos móveis. As insuficiências de segurança do sistema Bluetooth, aconselham a uma criteriosa utilização dessa ferramenta.
Resumindo, não ter consciência enquanto utilizador dos elevados riscos que se correm na utilização sem cuidado dos sistemas móveis, é meio caminho para a desgraça. Sistemas com por exemplo o Android são alvo de tentativas diárias de malware e esquemas fraudulentos. Utilize os sistemas com bom senso e com cautela, eles existem para facilitar as tarefas, mas em termos da segurança não devemos facilitar.

Francisco Pereira   

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O meu PLE



O meu PLE
O meu PLE está construído, de modo a que exista uma ligação permanente e actualizada das informações e do trabalho que vou produzindo, a um corpo inicial de ferramentas de pesquisa, online e offline, junto várias ferramentas Web 2.0, para publicação, aproveitando comentários e sugestões para a melhoria dos trabalhos e ou explorar outras abordagens aos problemas e ou questões que vão surgindo.
No capítulo da produção de materiais, utilizo ferramentas de software livre, não desprezando claro está o software do SO Windows, apesar de alguma experiência em Mac, não estou muito à vontade nesse SO. Utilizo o correio electrónico como ferramenta prioritária, dado que respondo a dezenas de solicitações diárias sobre questões de segurança da Internet, de feedback e comunicação, apesar de o Twitter e o Facebook também me fornecerem muita informação e interacção com os utilizadores dos conteúdos que vou produzindo.
Por norma está sempre disponível uma hiperligação pública com uma linha cronológica da produção de matérias o que permite aos potenciais interessados a consulta a tudo o que vou produzindo, materializada na ferramenta Memolane.
Recentemente descobri a ferramenta Edu.Symbaloo, que me permitiu criar uma forma muito interessante de PLE, que posso partilhar através de hiperligação. Entre as ferramentas clássicas de pesquisa, motores de busca, utilizo também alguns repositórios de informação.
Concluindo, a utilização das diversas ferramentas mostradas no gráfico, permite optimizar recursos e fazer um percurso de aprendizagem e partilha de conhecimentos, centrado numa área específica que é a segurança informática, o meu PLE é percorrido por inúmeros caminhos de comunicação e partilha de conhecimentos, porque numa comunidade pequena, é a partilha que faz a diferença, e o percurso de aprendizagem é conseguido com  as estruturas de comunicação que nos interligam para melhor e mais facilmente partilharmos os nossos conteúdos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

PLE - Bibliografia anotada


Wilson, Scott et all, (2006), Personal Learning Environments: Challenging the dominant design of educational systems, University of Bolton. Disponível em http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.107.3816&rep=rep1&type=pdf. [acedido em 8-11-20011]

O artigo anotado de (Wilson et all), versa sobre as potencialidades dos modelos de PLE por oposição aos modelos de VLE, colocando a ênfase no sucesso futuro de modelos PLE, cuja vertente mais conceptual se traduzirá num maior sucesso e mais apelativa implementação, sugerem ainda os autores que existe uma necessidade de com mais acuidade se pensar na Web, como plataforma dinâmica de um melhor ensino.


White, Bebo et all (Editores). (2011). Social Media Tools and Platforms in Learning Environments.  Londres: Springer

Uma obra dedicada às ferramentas que podem fazer a diferença, quando se envereda pelos PLE, não versando propriamente sobre a temática dos PLE, esta obra oferece um leque extraordinário de ferramentas que podem ser utilizadas no desenvolvimento de ambientes de aprendizagem, discutindo as suas características e mais pragmáticas utilizações numa linguagem acessível, sendo uma boa aposta para quem deseje saber mais sobre as ferramentas que tem ao dispor para se lançar num projecto de aprendizagem.