Através do Symbaloo Edu, podem fazer-se esquemas interessantes de ambientes de aprendizagem. Este é um teste que fiz.
Consultar em: http://edu.symbaloo.com/mix/myple5
Bom fim de semana
sábado, 5 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
O papel do professor online!
Fonte do Quadro: Traduzido, adaptado e aumentado a partir do original de: Alec Couros, PhD Thesis illustration, the Networked Teacher - http://educationaltechnology.ca/couros/580
Introdução
A possibilidade que as novas tecnologias
vieram trazer a propostas e modelos de ensino à distância anteriormente
exploradas, acrescentou novas dinâmicas de ensino e adaptações quando não
remodelações profundas do papel do professor no contexto online, avolumando a
exigência formativa do docente para um plano superior de proficiência. Na
essência algumas das premissas dos mestres-escola de antanho, continuam a ser
observadas e na literatura disponível sobre a temática não sofrem contestação,
no entanto, o professor online, necessita de uma nova base de saberes e
capacidade de interacção com as novas ferramentas que por vezes condiciona a
sua prestação.
O papel do professor online, vamos chamar-lhe por coerência
eProfessor, numa nomenclatura livre que siga os propósitos integradores que
utilizamos num artigo anterior sobre os métodos pedagógicos online,
tenderá a ser um «multitasker», que fará irradiar o seu campo de acção a
ferramentas e meios de comunicação que ao serviço da educação criarão a sua própria
dinâmica de actuação alicerçada nos métodos pedagógicos tradicionais, superando
os mesmos e evoluindo para lá de uma atitude passiva, ao professor online,
solicita-se tudo o que se solicitava ao professor tradicional, mais um conhecimento
profundo da tecnologia e acima de tudo uma atitude pro-activa e uma
disponibilidade inquestionável.
O professor online necessita de utilizar e
explorar as ferramentas tecnológicas do seu mester com a máxima proficiência,
sendo ele próprio uma ferramenta, de motivação, facilitação e produção do
conhecimento, reconhecido pelos alunos como, não apenas um tutor, mas um par
que desenvolve o seu trabalho em estreita colaboração com os alunos, como
afirma Anderson (2004), o acto de ensinar, envolve a criação e implementação de
actividades, que encorajem a discussão entre os alunos e o professor, entre os
alunos individualmente e entre grupos de alunos.
O professor online necessita de dominar as
ferramentas tecnológicas para efectivamente controlar o ensino, dado que como
afirma Siemens (2010), a rede estreita as paredes da sala de aulas.
Ensino online: Componentes críticos
Segundo o modelo proposto por Garisson,
Anderson e Archer (2000), a eficácia do ensino online assenta em três pilares
de sustentação, a presença cognitiva, a presença social e a presença do
professor. Estas características, devem fazer parte do ensino online
independentemente do tipo de modelos de ensino online que se implementem,
modelos centrados no professor, modelos centrados na tecnologia ou modelos
centrados no aluno, Morgado (2001).
O surgimento de ferramentas que permitem os
Ambientes Virtuais de Aprendizagem trouxe à educação à distância novos métodos
de ensino aproveitando as cada vez mais poderosas ferramentas informáticas e a
possibilidade de construção de novas ferramentas de forma colaborativa bem como
a partilha de conhecimentos, factos potenciados pelas redes sociais. Como se
afirmou, presença cognitiva é um dos pilares que sustenta este novo método de
ensino, essa presença pressupõe que partindo das relações de comunicação
estabelecidas sejam construídos significados que provam o conhecimento e sejam
partilhados entre a comunidade.
Outro pilar a presença social, implica a
participação do indivíduo nas várias interacções que projectam as suas emoções,
no quanto que pomos de nós nos processos de aprendizagem, mesmo que virtuais,
essas emoções e processos sociais determinam também muito do sucesso dos
modelos de aprendizagem em ambientes virtuais. A presença social induz o aluno
a estender as suas características aos membros do seu grupo e aos colegas,
desse modo a coesão do grupo reforça a expressão emocional e promove a
comunicação.
Por outro lado observamos a presença do
professor, do quem se espera que seja um elemento de estímulo e de produção de
conteúdos e que promova a discussão online, esperando os alunos que o professor
seja atento e disponível, célere e assertivo nas questões que estes colocam.
Dos modelos utilizados o modelo centrado no
professor, será o mais utilizado Morgado (2001), sendo que o modelo mais
tecnológico que relativiza o papel quer do aluno quer do professor,
limitando-se este a um papel secundário de fornecedor de conteúdos Morgado
(2001). O modelo centrado no estudante reflecte preocupações que promovem a
componente autodidacta da aprendizagem.
O Papel do Professor
O professor de EaD, tenderá a ser cada vez
mais um profissional altamente qualificado, do qual depende o sucesso do ensino
com suporte Web. Como agente facilitador da aprendizagem e da criação de uma
comunidade de aprendizagem dentro da sua turma virtual. A abordagem
construtivista, não difere portanto, pelo menos de um ponto de vista teórico da
abordagem de ensino tradicional, no entanto a natureza assíncrona do ensino
online faz toda a diferença, na imediata necessidade de utilização, para
cumprimento dos propósitos do ensino, de ferramentas como o correio
electrónico, o twitter e outros tipos de ferramentas e ou redes sociais.
Para ensinar e ser proficiente online, o
professor não necessita apenas de dominar as várias áreas do EaD, ou as muitas
ferramentas disponíveis, mantendo-se actualizado tanto quanto possível no que
concerne aos avanços tecnológicos, para atingir um grau de elevada qualidade e
cumprir com aquilo que os seus alunos esperam de um professor de Ead, é
necessário que o professor compreenda a natureza e a filosofia subjacente ao
conceito de ensino à distância, só desse modo poderá enquanto agente
facilitador e promotor do conhecimento elevar a fasquia e produzir um ensino de
qualidade.
Da maior e ou menor capacidade e ou
competência, para a promoção de conteúdos para a concepção e dinamização da
discussão assíncrona e síncrona, assumindo dessa forma um elevado grau de
interacção com os seus alunos dependerá o sucesso do professor online, o seu
futuro está alojado, algures num disco rígido sempre pronto a ser formatado e
reinstalado com nova arquitectura e actualizações, forma suprema de um
enquadramento e optimização de um ensino de qualidade.
O grande trunfo do professor online será
atingir um patamar de excelência, diremos de omnipresença na sua ausência,
facto que dependerá da sua habilidade de encarar o paradigma do conectivismo
como o novo paradigma educacional que molda o aluno de um modo irreversível de
um agente passivo de aprendizagem para um agente cada vez mais autónomo de
aprendizagem. O sucesso do professor online o seu futuro papel, implicará que o
educador, reflicta em constância sobre o seu papel, pratique a inovação como
método prioritário e que promova a interacção com o aluno, estimulando-o para a
caminhada do processo de aprendizagem.
Conclusão
O professor online, está também a tentar
encontrar o seu papel no contexto da EaD, a sua tarefa não se apresenta porém
facilitada dada a natureza do próprio ensino e os possíveis escolhos que poderá
enfrentar, obstáculos que poderão fazer fracassar o projecto educativo, parece
consensual na literatura sobre esta temática, que o professor online não poderá
apenas confiar no seu domínio das tecnologias para te sucesso no seu papel.
Salmon (2000), citado em Morgado (2001),
propõe uma série de características e de qualidade, que acredita serem
essenciais para o bom termo a que se propõe o futuro professor online, dessa
proposta salientaríamos fazendo uma súmula, a compreensão do processo do ensino
online, a necessidade de perceber o cerne e a força motriz que faz gira esse
moinho educativo, a capacidade de o professor ser um agente facilitador e
promotor da aprendizagem e por último a competência tecnológica que a não
existir invalida todas as outras qualidades acaso não esteja presente no forro
fundamental de conhecimentos do professor online.
Francisco Pereira
Referências
Morgado, Lina, 2001, O PAPEL DO PROFESSOR EM CONTEXTOS DE ENSINO
ONLINE: Problemas e virtualidades, Discursos, III Série, nº especial,
pp.125-138, Universidade Aberta
Siems, George, disponível em: http://www.connectivism.ca/?p=220
Machado, Glaucio, 2001, Tese Doutoramento, disponível em: http://hdl.handle.net/10183/14786
Anderson,
Terry (2008). Teaching in an Online Learning Context. In Anderson, Terry (Ed), Theory
and Practice of Online Learning. Athabasca University: Au Press (2ª
Edição).
http://www.aupress.ca/books/120146/ebook/14_Anderson_2008-Theory_and_Practice_of_Online_Learning.pdf
Couros, Alec (2010). Teaching & Learning in a Networked World. Keynote na conferência Quest 2010 [Video e Slides]. Open Thinking. http://educationaltechnology.ca/couros/1890
Paloff, Rena & Pratt, Keith (2010). The Excellent Online Instructor [Podcast]. Online Teaching and Learning. http://www.onlineteachingandlearning.com/podcast-palloff-pratt/
Siemens, George (16-02-2010). Teaching in Social and Technological Networks.Connectivism. http://www.connectivism.ca/?p=220
http://www.aupress.ca/books/120146/ebook/14_Anderson_2008-Theory_and_Practice_of_Online_Learning.pdf
Couros, Alec (2010). Teaching & Learning in a Networked World. Keynote na conferência Quest 2010 [Video e Slides]. Open Thinking. http://educationaltechnology.ca/couros/1890
Paloff, Rena & Pratt, Keith (2010). The Excellent Online Instructor [Podcast]. Online Teaching and Learning. http://www.onlineteachingandlearning.com/podcast-palloff-pratt/
Siemens, George (16-02-2010). Teaching in Social and Technological Networks.Connectivism. http://www.connectivism.ca/?p=220
Referências Web
http://emoderators.com/segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Reflexão acerca da utilização Twitter
Passaram de facto a galope estas quatro intensas semanas em que
descobrimos o Twitter. Pessoalmente tenho desta ferramenta a melhor das
opiniões, para além de muito prática e intuitiva é um excelente meio de informação,
fiz descobertas interessantes, outras menos, mas no cômputo geral, este tirocino
de Twitter reforçou aquilo que já sabia sobre a ferramenta, bem como a boa
impressão que tenho dela.
Acredito que é uma ferramenta muito importante no actual contexto das
tecnologias colaborativas de informação, que se usada com parcimónia e atenção
poderá ser um instrumento muito útil para complementar a actividade
profissional, ainda que seja de notar a existência de alguns escolhos e
problemas ao nível da segurança que convém ter presentes, mas esses problemas
decorrem da pouca atenção e da pouca formação que têm sido ministradas sobre
esta questão, no entanto tal facto não macula em demasia a boa impressão que
possuo desta ferramenta.
Em termos profissionais o Twitter, tem muito potencial, quer ao nível
da plataforma clássica de informação quer ao nível da partilha de
conhecimentos, poderá ser complementada com outras ferramentas mais poderosas
no que concerne à partilha de ficheiros e melhores comunicações, a utilização
do Twitter, reforça a credibilização de um perfil profissional, não podendo ser
objecto de legitimação única é uma boa ferramenta, existe porém um lado negro
de contas falsas, spammers e contas pirateadas sem que o seu utilizador disso
se aperceba, facto que poderá fazer minar a confiança, ainda assim esta é uma
excelente ferramenta que em termos profissionais ajuda à partilha e à
discussão, reforça os laços da concepção e redistribuição do saber, pode servir
de reforço ao processo da discussão crítica.
Devo confessar que não tive muito contacto com outras ferramentas
similares de microblogging, excepto breves experiências com o Yammer e com o
Jaiku, sendo que o Yammer é uma ferramenta altamente profissional e muito
segura, já o Jaiku é muito semelhante ao Twitter, assim sendo a possível comparação
que posso fazer, é a de que em contexto profissional o Yammer é melhor do que o
Twitter, dado tratar-se de um tipo de ferramenta de microblog objectivamente
criada para a utilização em contexto profissional, em relação ao Jaiku, as
características são mais ou menos idênticas ao Twitter, poderíamos até dizer
que se trata de um clone, pois até o símbolo é uma ave.
A laia de balanço final ou de conclusão, estou em crer que estas
quatro semanas, pecam apenas por serem apenas quatro semanas, o que pode parece
muito tempo, na realidade não foi, o percurso de aprendizagem foi muito
atractivo e profícuo, dado que nos revelou algumas ferramentas que desconhecíamos,
no meu caso cito o Scoop It, que me parece uma ferramenta muito interessante e
que confesso não ter tido ainda tempo para explorar de forma mais conveniente.
Foi também muito interessante e compensador a exploração das
funcionalidades do Twitter, aprendo algumas coisas interessantes, que podem
seguramente servir para reforçar este caminho do eLearning. Foram-nos transmitidas
as bases para o desenvolvimento de trabalho futuro, utilizando esta ferramenta
saibamos pois coloca-la ao nosso serviço, tenhamos para isso disponibilidade e
vontade, sendo que o que nos sobra na segunda, nos falta terrivelmente na
primeira. O balanço é pois muito positivo, devidamente enquadrada, a ferramenta
Twitter, num mais lato quadro de utilização e em complemento a outras
ferramentas colaborativas e de produção de conteúdos, esta parece-me ser uma
excelente ferramenta e estas foram sem dúvida quatro excelentes semanas de
aprendizagem.
Boa semana
Francisco Pereira
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Pedagogia do eLearning - Algumas questões!
Introdução
A Pedagogia no sentido lato e cientifico do
termo, preocupa-se com a educação, se quisermos ser mais líricos diremos que é
a arte te ensinar, ou indo ao étimo grego a arte de conduzir ou de orientar crianças
na descoberta do mundo do conhecimento. Suportada por vários outros ramos da
ciência, a saber; a filosofia, a psicologia, a sociologia e a antropologia,
entre outros ramos do conhecimento a Pedagogia tem conhecido, nos seus métodos,
poucas alterações nesta última centúria.
Ora, as mais recentes décadas, passadas que
estão, despertaram a pedagogia da sua aparente letargia, o surgir ou refinar de
modelos de ensino à distância, vieram trazer a necessidade de repensar a
pedagogia, poderemos então falar de uma pedagogia online, ou de uma pedagogia
Web 2.0?
Os estaremos apenas a utilizar os velhos
métodos para fazer face às novas exigências, ou serão, novos métodos
pedagógicos necessários, para o eLearning? Não é fácil responder a estas
questões, sendo que o mais óbvio, é tratar genericamente, todas estas questões com
uma atitude tipicamente filosófica de «tudo colocar em questão».
As
três gerações
Estamos hoje ainda em presença de três
gerações de modelos pedagógicos (Anderson, Dron 2011), nomeadamente os modelos
cognitivo-comportamental, construtivista e modelo do conectivismo. Sabemos que
o ensino à distância explora todos estes modelos, com o objectivo de produzir
educação à distância de qualidade (Anderson, Dron 2011), mas será que estes
métodos continuarão a permitir o ensino quando se trata do e-Learning, não
esquecendo que o modelo do conectivismo é um modelo que advém desta novel era
do digital.
O modelo, cognitivo-comportamental, centrava-se
na modificação de comportamentos através do estímulo e da resposta às
circunstâncias para melhor adaptação, o ensino processava-se através de
associação de conteúdos e reforço dos mesmos. Por outro lado a visão
construtivista promove a construção do conhecimento pela experimentação
valorizando a atitude e as competências. O modelo conectivista será o mais
orientado para a nova perspectiva do eLearning, a aprendizagem promove-se como
uma participação social, todas as interacções sociais são valorizadas, é o
modelo da colaboração activa.
Sem descorar os modelos anteriores, o
paradigma pedagógico do eLearning, acessibilidade total, a qualquer hora e em
qualquer local (Grossek, 2008), suscita dúvidas, sendo no entanto óbvio que a
solução do conectivismo será o ponto de partida, para implementar novos métodos
pedagógicos.
Espaços de aprendizagem
O eLearning, aproveitando o desenvolvimento
tecnológico, veio trazer a possibilidade de novos espaços e ferramentas, mais
ou menos colaborativas para o ensino. O próprio espaço físico, da sala de aulas
está em mudança1, o eLearning, age como modo desafiador, a pedagogia,
do eLearning necessita de um novo conjunto de capacidades técnicas e
conhecimentos, que advém do facto dos espaços de aprendizagem estarem a mudar,
desde logo se percebe, que é necessária uma revisão sobre os métodos
pedagógicos que preparem novos modelos de aprendizagem, não se tratar apenas de
introduzir novas ferramentas ou novas técnicas, trata-se também de assegurar a
conectividade, as questões técnicas básicas de acesso, de disponibilidade, de
confidencialidade, de integridade e de autenticidade, bem como de segurança,
que garantam que os sistemas se mantém num estado optimizado de utilização.
Poderemos então falar da necessidade de uma
ePedagogia, que não só utilize os anteriores modelos, ou características dos
mesmos, sempre que tal se proporcione, mas que rompa e trilhe caminhos
próprios. É interessante verificar que a caminha da pedagogia do ensino à
distância foi evoluindo sempre em crescendo no que concerne ao papel do
aprendente, do indivíduo do modelo cognitivo, passamos ao grupo no modelo
construtivista e foi um salto até à rede no modelo conectivista, clara
evidência da transformação dos espaços e consequente adaptação do método
pedagógico às novas circunstâncias.
1http://www.usatoday.com/tech/news/2011-07-20-south-korea-tablet-pc_n.htm
Conclusão
Na introdução deste artigo, questiona-se a
necessidade de uma pedagogia que acompanhe o modelo eLearning. É de crer que
tal seja um facto, dado que o novo discente do eLearning, primará pelos
processos de conhecimento activos, pelo fazer e pelo construir adoptando
experiências de aprendizagem autênticas e concretas ao invés de apenas seguir
tarefas impostas, serão por isso necessários novos métodos, uma nova pedagogia,
a rede veio propiciar esse tipo de educação, os métodos adaptar-se-ão ou
sucumbirão naturalmente devorados na voragem cada vez mais exigente do
eLearning, o modelo conectivista é uma excelente base de partida poderá não ser
a solução última, mas é por certo um modelo que abre excelentes perspectivas.
Não se pode negar o potencial incrível que o
eLearning possui para alterar o paradigma da aprendizagem e as relações entre
docentes e discentes, os velhos métodos podem não ser de todo despicientes, mas
podem igualmente necessitar de novas abordagens e medidas concretas de
desenvolvimento de um modelo de pedagogia que se adapte às circunstâncias e à
natureza do modelo eLearning.
A pedagogia do eLearning assenta pois, nos
modelos pedagógicos anteriores, que ao invés de serem considerados obsoletos
vão complementando essa nova abordagem, acreditamos que futuras abordagens
sejam exploradas e dependam concretamente dos avanços e das tecnologias que
serão colocadas à disposição dos novos métodos de ensino nomeadamente do
eLearning. Com este facto em mente, resta-nos aguardar pelos próximos
desencovimentos, convictos porém de que a pedagogia do eLearning é um modelo
que será necessário implementar e cultivar como resposta aos novos desafios
colocados quer pela tecnologia quer pelos alunos, elementos desafiadores de
novas abordagens pedagógicas.
Referências:
Vídeo:
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
A lista do Twitter!
A lista escolhida, está
directamente ligada à minha área profissional, prendem-me a algumas das
escolhas relações de amizade alicerçadas há uma década, quando eram
infinitamente poucos os que se preocupavam com as várias nuances da segurança
da internet, ainda hoje o panorama não será o que efectivamente deveria ser,
ainda assim é muito melhor do que há dez anos.
As contas pessoais escolhidas,
são de profissionais de excelência. Por exemplo Tito de Morais, responsável
pelo projecto Miudossegurosna.net além de meu amigo há uns bons dez anos é um
dos pioneiros da necessidade da implementação de políticas de Educação, que nas
escolas e desde bem cedo, promovam uma mais saudável utilização das ferramentas
informáticas nomeadamente da Internet.
O David Sopas é um profissional
dedicado da área da segurança informática, com quem se pode aprender imenso.
Outras referências de contas twitter institucionais foram escolhidas por serem instituições
credíveis e de referência neste campo do saber, sendo que indirectamente me
orgulho de ter participado nalgumas delas.
De um ponto de vista mais formal,
as escolhas, obedecem a critérios de credibilidade e profissionalismo, bem como
a critérios de mostra daquilo que é mais relevante e daquilo que se está em
causa, quando se fala de «Segurança da Internet», ao contrário do lado mais
propalado e menos conhecido da arquitectura informática, das redes e do
processo de computação, existem outras áreas que tem que ver essencialmente com
os utilizadores e as utilizações da internet, e os perigos dessas utilizações,
nem a propósito esta semana, duas colegas do mestrado viram as suas contas de
correio electrónico contaminadas, o que é revelador do muito trabalho que esta
área requer em termos educativos.
Se como noutra UC se discute a
necessidade de uma pedagogia própria para o eLearnming, chamar-lhe-emos uma
ePedagogia, não é menos verdade que é necessária uma Pedagogia de segurança
online, existem já experiencias interessantes ao nível do pré-escolar e do 1º
Ciclo, importa continuar, ao divulgar esta lista, espero contribuir um pouco
para essa consciencialização.
Francisco Pereira
Marcadores:
AVA,
mpel5,
segurança internet,
twitter
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
O Twitter
Não sendo propriamente um «newbie» no Twitter, creio que temos sempre algo a apreender, a interacção actual com o Twitter permitiu-me através do Professor descobrir o Scoop.it, ferramenta que desconhecia, o Twitter é uma excelente forma de informação, como escrevi noutro local, ao início pode ser um pouco confuso, porque a informação surge em catadupas e nem sempre a sua relevância é muita, no entanto com a utilização continuada, aprimora-se o uso!
Um abraço de bom fim de semana
francisco
Um abraço de bom fim de semana
francisco
sábado, 1 de outubro de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)

